ad tempus, ad usum, ad finem.
Te despido de medo e de incógnitas.
Quero as reticências...
Em tudo que se há de guardar e mostrar: ardor!
E depois mate-me (porque talvez seja o necessário).
Mas deixe-me em sobras
pra que depois da reza, no imaginário,
nos esbaldemos em um pouco-tanto d'amor.
Cálidos desejos ao endosso do que se faz um pouco,